domingo, 4 de agosto de 2013

Atividade Paranormal - 2ª Temporada - Capitulo 14 - Can you hear me


Eu: (…) Agora garota, me explica o que está aqui a fazer?!

S/n: Eu… eu só estava a passar mal e resolvi vir aqui! E você?! – disse mudando de assunto

Eu: Voc…

S/n: Eu vi eles e me ofereceram isso, e isso é realmente bom! Não tem mais como me impedir! Não pode fazer nada contra isso!

Eu: CALA A BOCA GAROTA E ME OUVE! – fui bruta com ela. Ela não pode ficar do jeito que eu fiquei, ela é uma garota inocente. Gritei e ela se encolheu um pouco, eu nunca tinha sido má pra ela, sempre tivemos pequenas discussões mas depois tudo voltava ao normal! Eu estava sim com raiva, mas não dela, e sim daqueles idiotas que deram aquilo pra ela. Fiquei um pouco tensa, respirei fundo, meu peito parecia querer  saltar fora – Você não vai voltar a vir aqui!

Michael: Calma! A garota vai fazer o que ela quiser, é maior de idade, pode decidir o que quer pra ela!

Eu: CALA A BOCA IDIOTA! E ALEX… – me virei pra ele e olhei com raiva, ele baixou um pouco a cabeça, mas ergueu novamente – O QUE É QUE LHE DEU NA CABEÇA PRA DAR ISSO PRA ELA?! VOCÊ É ATRASADO MENTAL OU QUÊ?! – eu me sentia na função de a proteger, afinal… foi ela quem me tirou esse vicio!

Alex: Hey garota! Fala baixo! Deve ter falta é de um transa! – disse irónico, me provocando. Em segundos minha mão já estava estatelada em sua cara. Sim, um estalo bem dado na cara dele. No momento a seguir me arrependi do que fiz. Ele pode ser um  cara legal, mas quando se enerva pode magoar e deixar as coisas bem feias. – Não volta a fazer isso! – disse, seu maxilar estava tenso, seus punhos fechados. Ele me transmitiu medo. Eu e ele nunca fomos assim, ele era um cara legal comigo, sempre nos demos bem, eramos o braço direito um do outro, até que eu me afastei, eu queria sair dessa vida!

S/n: PAREM OS DOIS SEUS PALERMAS! – gritou com todas as suas forças – patricia, sai daqui… você não tem direito de se meter na minha vida!

Eu: s/n… o que se passou com você?! Porque está assim, porque fez isso?! – amarrei seu braço.

S/n: Você não sabe nada sobre mim… me deixa! – disse rude e se soltando de meu aperto rapidamente. Ela estava magoada comigo, embora eu não conseguisse perceber porquê… talvez não fosse comigo, talvez algo a tivesse perturbado.

Eu: s/n – sussurrei – você não quer isso, eu sei do que estou falando… - minha visão ficava um pouco embaciada, meu rosto ficava húmido à medida que pequenas gotas de água escorriam por ele – fala comigo… eu sempre estive aqui pra te ajudar… e eu sei, que você não está fazendo isso de cabeça fria…

S/n: QUER QUE EU DIGA?! É ISSO QUE QUER, ENTÃO ME ESCUTA… - ela chorava, chorava de raiva, tristeza, podia ver um vazio em seus olhos… - MINHA MÃE MORREU! ENTENDEU… ESTÁ MORTA! – um aperto me deu no coração… eu sabia que sua família era muito importante pra ela… - AGORA SAI! VAI EMBORA!

Alex: Acho melhor fazer o que a garota te diz… - ele avisou, bufei. Começava a ficar farta da intromissão desse garoto. Preferi ignorar e dar alguns passos para trás.

Eu: Eu vou… mas um dia vai se arrepender da vida em que entrou… - últimas lágrimas escorriam por meu rosto. Dei mais alguns passos para trás, virei costas e segui meu caminho. Eu não poderia dizer isso pro Zayn… ele só iria ficar mais preocupado…

Alex: HEY!! PATRICIA ESPERA!! – ouvia passos pesados atrás de mim, alex me assustava por vezes, era alto, não muito mais que eu, mas tinha o dobro da força que eu alguma vez terei. Senti sua respiração pesada contra meu pescoço, me viro bruscamente de frente para ele. De alguma maneira sabia que ele ia tornar as coisas piores… - Eu tenho a certeza que vai precisar disso mais tarde – me entrega duas cápsulas de seu bolso. Olhei suas mãos estendidas à minha frente, ele esperava que eu pegasse o que ele me entregava. – não vai me dizer que não quer?! – sorriu pra mim, como se soubesse o que eu faria a seguir. Tentei resistir, mas meu corpo não obedecia a minhas ordens. Peguei elas e escondi por dentro de meu sutiã. Ele sorri ao me ver fazê-lo, observa meus movimentos, até que volta sua atenção até minha cara. Ignorei o seu sorriso estúpido, e concentrei-me no que estava a fazer, eu não podia deixar que Louis me apanhasse. Seria… trágico pra mim, e pra nossa relação que está perfeita de momento! – Tem meu numero, se precisar demais, apenas me liga… - falou, virou costas e voltou até ao resto do grupo. Depois de caminhar por volta de 15 minutos cheguei no colégio. Olhei por debaixo de minha camisola para ver se não tinha deixado nenhum escapar e ficar espalhado pelo chão. Ouço alguém me chamar… meu corpo congelou no momento, a minha respiração cardíaca estava acelerada, o facto de pensar que alguém me apanhasse assustava-me. Virei-me para ver quem era que me chamava…

Continua...

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